quinta-feira, junho 30, 2005

Baobab


A propósito dos testes que foram sugeridos pela Jacky e nomeadamente o do conto do Principezinho, dedico esta foto (só de parte do tronco) a quem o resultado foi a árvore. Não uma árvore qualquer mas o Baobab - Imbondeiro, que aqui há aos montões. Confesso que foi o meu resultado e que estranhei um pouco, mas houve alguém que, como sempre, me fez interpretar a questão doutra forma.

quarta-feira, junho 29, 2005

Cinderela

A propósito dos "contos de encantar" mencionados pela Starmoon, lembrei-me deste que me contaram há já algum tempo:

"Há bués da time havia uma garina cujo cota já tinha esticado o pernil e que vivia com a chunga da madrasta e as melgas das filhas dela. A Cinderela, Cindy pós amigos, pareceia que vivia na prisa, sem tempo para sequer enviar uns mails. Com este desatino só lhe apetecia dar de frosques, porque a madrasta fazia-lhe bué de cenas. É então que a Cindy fica a saber da alta desbunda que ía acontecer: uma party!!!!!
A gaja curtiu tótil a ideia, mas as outras chavalas cortaram-lhe as baldas. Ela ficou completamente passadunte, mas depois de andar à toa durante um coche apareceu-lhe uma fada baril que lhe abichou uma farda baita bacana e ela ficou a parecer uma ganda febra. Só que ela só se podia afiambrar da cena até ao bater das 12. A tipa mordeu o esquema e foi pá borga sempre a abrir. Ao entrar na party topou um mano cheio do papel, que era bom comó milho e que também a galou. Aí a Cindy passou-se dos carretos e desbundaram "ól naite long" até que ao ouvir as 12 ela teve de se axandrar e basou. O mitra ficou completamente abardinado quando ela começou a fuga e foi atrás dela, mas só encontrou o chanato da dama. No dia seguinte, com uma alta fezada, meteu-se nos calcantes e foi à procura de um chispe que entrasse no chanato. Como era um alta cromo, teve uma vaca descomunal e encontrou a maluca, para ganda desatino das outras fatelas que tiveram um ganda vaipe quando souberam que eles iam juntar os trapos. No fim, a garina e o chavalo curtiram largo e foram buéréré de felizes."

segunda-feira, junho 27, 2005

Na estratosfera


Esta sou eu durante esta semana não na blogosfera mas na estratosfera. Não me esqueçam por favor. Há semanas assim, que dão um trabalhão.
Prometo proporcionar-te mais viagens Amita. Alegrão !!! Prometo mandar-te mais fotos com a tua paranoia. Noite, obrigada pela tua 1ª visita. Jacky, tu sabes da minha vida!!!!! Beijos atarefados

sexta-feira, junho 24, 2005

Outros alinhamentos

Outros alinhamentos deste lugar desalinhado...

Cor de tijolo

Num lugar onde nada é alinhado, qualquer forma alinhada nos salta à vista. Ainda mais quando esse alinhamento é protagonizado por um grupo de crianças todas com t-shirt branca num cenário cor de tijolo.
São as crianças de uma escola onde provavelmente não existem cadeiras nem mesas para poisar os livros e onde também não existe um pavilhão polidesportivo com balneários e por isso utilizam o campo de futebol de terra batida, onde se disputam os torneios do Gira-Bairro e que à noite se transforma em parque de automóveis, para fazerem ginástica.
São estes alinhamentos que às vezes desalinham a minha cabeça e me fazem pensar que às vezes basta fazer acontecer.


quinta-feira, junho 23, 2005

IUPIIIIII!!!!

Eh pá!!!! Estou mesmo contente!!!!! Isto é mesmo viciante!!! Obrigada blogs, obrigada Jacky!!!!

quarta-feira, junho 22, 2005

Vestida para matar

Acordei com a sensação que me estiveram a chatear a noite inteira. Apetecia-me ser a Lara Croft e partir em busca dos presumíveis importunadores. Tentei fazer uma trança mas o meu cabelo ainda não cresceu o suficiente e ao mínimo movimento espeta e fico com um look tipo Olívia Palito, o que não impõe o respeito que se pretende. Vesti uma T-shirt branca mas não consegui aquele perfil acentuado da Lara. Chego quase a atingir o perfil dos seus lábios , não pela sensualidade da boca em forma de beijo, mas pela birra que cerra os meu lábios em forma de bico de pato.
Não olhando para o espelho, sinto o espírito do personagem e até sinto o peso da arma embainhada no coldre.
Pode ser que a sessão da tarde me reserve algo mais do tipo K-Impossible. Ao menos esta não usa trança e é ruiva como eu sou, pelo menos por agora.

terça-feira, junho 21, 2005

Tem muito que se lhe diga

Bom dia.
Isto não é fácil.
Ter um blog não é fácil. Mas é um desafio interessante.
Dou por mim mais atenta aos pormenores do dia, para poder partilhá-los aqui.
E depois podemos sempre falar do tempo, que dá muito jeito quando estamos com alguma dificuldade de expressão.
Tá muito cinzento. É que aqui em baixo é Inverno. Um Inverno muito tímido, mas suficiente para me provocar uma tosse que não me larga. E tanto que eu queria ir ao café da esquina e comprar uns mentholiptos de mel e limão. Mas para isto era preciso encontrar primeiro o Aladino e que este trouxesse com ele a lamparina mágica, depois tinha que esfregar a dita lamparina e pedir os três desejos que seriam: um café na esquina, os mentholiptos, o mel e o limão. Estou em crer que o génio iria compreender e consideraria o mel e o limão como um só desejo.
Enquanto o Aladino aparece e não aparece vou seguir o conselho do meu amado e fazer o xarope de cenoura que sempre alivia um pouco e dá menos trabalho.
Afinal isto não correu muito mal.

segunda-feira, junho 20, 2005

Voltas e mais voltas...

...até que me espreguiçei e disse é isso: espreguissadelas (teve que ser com dois s).
Vê-se mesmo que não estou habituada a estas coisas da tecnologia e de me mostrar. Demorei um tempo infinito a escolher as palavras que nos pedem para formar um blog. Só para não fazer má figura. Mas agora já aqui estou e pronto. Ainda tentei escolher um chat, mas primeiro tinha que escolher um site e não sabia por onde escolher. Muito complicado. Isto tudo porque vivo numa cidade onde há pouco que fazer ao tempo livre e que é muito longe da cidade onde eu costumava passear, ir ao cinema, ver montras, tomar café com os amigos, etc.
Sem lamechices e sem pretensões de exitos ou muitos anos ou meses de vida é só para dar umas valentes espreguiçadelas de vez em quando e esticar os braços até muito longe daqui do hemisfério sul.