Preto e branco
| O cinzento só complica. Nada como o preto e o branco. Assim deveriam ser as palavras. Ou de uma cor ou de outra. Seriam mais fáceis de entender, E eram explicadas mais facilmente. Para não ser tão monótono, Também poderiam ser azuis ou vermelhas E até amarelas. Mas nada de degradés ou tons mesclados, Para não haver dúvidas do tipo verde azulado ou azul esverdeado. |

8 Comments:
Os degradés e os tons mesclados das palavras, feliz ou infelizmente são inevitáveis uma vez que nas palavras que dizemos colocamos o sentido e o valor das coisas como se encontram dentro de nós; enquanto quem as escuta inevitavelmente as assume com o sentido e o valor que têm para si, do mundo que têm dentro de si.
Sendo assim temos que ter a palete das cores das palavras com todos os tons e matizes possíveis e perceber que a culpa nunca é das palavras, é sempre de quem as profere.
A nossa atenção deve assim estar centrada nos tons e matizes com os quais foi pintado o coração do nosso interlocutor.
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Não... não quero cinzento!
Também não quero o berrante
Apenas quero que acabe o lamento
E que a saudade morra neste instante!
Desejo a cor do céu para te ver
A cor do mar, para te sussurrar
O amarelo solar para te aquecer
Se for preciso... até o entardecer
Num laranja eivado de vermelho
Para te olhar e ver-me nesse espelho!
Esquecidos nessa franja!
Bom fim de semana
Carlota linda...
Não tens dito nada...
bjinho
Às vezes são esses tons mesclados, que não são nem azul nem verde, que não são nem preto nem braco... são esses tons mesclados que dão um sentido à nossa vida... o melhor mesmo é que a nossa vida seja um arco-iris com todas as cores possíveis e imaginárias...
Beijinhos muito grandes!
Para mim é azul sobre ouro...bom fim de semana!Bjs :-)
Beijinho...
e
Bom fim de semana.
Andas muito ocupada...
são belos os seus poemas.
somente hoje conheci seu blog. estou adicionando-o aos meus favoritos.
parabéns pela forma límpida do pensar e da escrita.
visite meu blog:
http://tremdavida.blogspot.com/
Dom
Desenterra o lápis de guerra
Crava-o no dorso do papel
e deixa escorrer pelo seu lombo
o calor espesso das palavras
Uma a uma
Mata-me a sede
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